Paulo Emerique Paulo Emerique

  • Que tal uma boa observação, antes e depois das refeições?

    Por Paulo Sérgio Emerique

    Quando nasceu, cada bebê trouxe na sua bagagem um repertório de comportamentos bastante limitado: dormir, acordar, chorar, sorrir, fazer cocô e xixi, mamar…

    Como lembrou-nos a psicanálise, por associação de ideias ele aos poucos agregou novas ações e aprendizagens, descobrindo, por exemplo, que “quem não chora não mama”.

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    12 de fevereiro de 2016 • Boa Comida, Colunistas, Paulo Emerique

  • Tudo bem… no ano que vem?

    Por Paulo Sérgio Emerique

    Depois de algumas vezes nas quais passei ao lado do meu computador e não parei, sentei para escrever este artigo para a Arraso.

    Alguém poderia dizer, com certa razão, que eu estava procrastinando. Mas reconheçamos,cada um de nós já fez isso de vez em quando (alguns o fazem de vez em sempre…).

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    17 de dezembro de 2015 • Colunistas, Festas, Paulo Emerique

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    Só precisamos refazer as lições que já sabemos de cor

    Jean Faber, naturalista francês, fez uma interessante investigação com as lagartas que chamou de processionárias porque elas apresentam um curioso comportamento: caminham numa longa coluna, com os olhos semicerrados e a cabeça de uma pegada à traseira da outra que está à sua frente, como carros num engarrafamento de trânsito.

    O que sucederia se eu colocasse a primeira unida à última da coluna?, ele se perguntou. Sem dificuldades, conseguiu que elas rodassem em círculo sobre a borda de um vaso.

    Parecia que nada podia romper a cadeia, com exceção do cansaço e da falta de alimento. Continue Reading

    25 de junho de 2014 • Colunistas, Paulo Emerique

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    Como chegamos a ser quem somos?

    Nesta Revista Arraso Estilo Outono-Inverno, pensei em refletir com os leitores sobre como adquirimos nossos estilos de vida.

    A expressão “agregar valores”, tão usual na atualidade, serve bem para percebemos como nossa personalidade foi formada.

    Começo recordando Fernando Pessoa: “Somos o intervalo entre o nosso desejo e aquilo que o desejo dos outros fizeram de nós.” Ou o que cantou Adriana Calcanhoto: “Eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio”.

    Quando cada criança nasce, ela vem marcada pelo desejo de seus pais: mesmo uma gravidez não programada pode ser fruto do inconsciente daqueles que a geraram. Continue Reading

    25 de junho de 2014 • Colunistas, Paulo Emerique

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